Aimorés-MG,
9 de Março de 2010
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Crescendo e ajudando muita gente a crescer
A história da Universidade Presidente Antônio Carlos, UNIPAC, teve início em 1963, quando o deputado Bonifácio Andrada apresentou um projeto de lei que aprovado deu origem à Fundação Universitária da Mantiqueira, em Barbacena, Minas Gerais. A instituição, por lembrança do deputado Hilo Andrade, passaria a se chamar Fundação Presidente Antônio Carlos. Era o nascimento da FUPAC, que mais tarde tornar-se-ia uma das maiores instituições universitárias do país.
O deputado Bonifácio Andrada transformou em realidade o seu intento em 1965. Coube a ele presidir a instalação das duas primeiras instituições universitárias em Barbacena.
Assim, em 1966, foram instaladas as duas primeiras faculdades: a Faculdade de Filosofia com os cursos de Letras, Pedagogia e História e a Faculdade de Ciências Econômicas, Contábeis e Administrativas com o curso de Ciências Contábeis. O início destes cursos refletia a preocupação da Fundação Presidente Antônio Carlos em responder às expectativas na formação de professores e no setor da gerência empresarial, pois, desde aquela época, eram solicitados profissionais qualificados para estas áreas.
Sempre atenta às necessidades da comunidade, a FUPAC inicia, em 1968 o curso de Matemática. Em 1971, é criada a Faculdade de Medicina, hoje procurada por estudantes do Brasil inteiro. Três anos mais tarde, em 1974, a FUPAC cria a Faculdade de Ciências Jurídicas e Sociais com o curso de Direito, e em 1975, a Faculdade de Ciências Econômicas e Administrativas, com a graduação em Administração de Empresas, todas na cidade de Barbacena.
Em uma contínua expansão, a Fundação Presidente Antônio Carlos passa a estar presente na cidade de Ubá, em 1970; e em Visconde do Rio Branco, em 1975. A FUPAC chega também a Leopoldina no ano de 1991; a Ipatinga, em 1993; e a Juiz de Fora, em 1996. Em 1997, a Fundação instala-se ainda em Conselheiro Lafaiete; no ano seguinte (1998), em Bom Despacho; e em 2001, em Araguari. Hoje, estas cidades formam um conjunto de 9 campi , incluindo Barbacena.
Ao longo daqueles anos a FUPAC instalou também unidades em outras cidades de Minas Gerais, como Andrelândia, Campo Belo, Cataguases, Congonhas, Conselheiro Pena, Itabirito e Muriaé.
Aos 33 anos de atividade, em 1996, em reconhecimento à qualidade do ensino oferecido, a Fundação Presidente Antônio Carlos transforma-se em Universidade Presidente Antônio Carlos (UNIPAC), autorizada pelo Conselho Estadual de Educação, homologada pela Secretaria de Estado da Educação de Minas Gerais e Portaria do MEC nº 366, de 12 de março de 1997.
A partir de 2002, o Reitor da UNIPAC, professor Bonifácio Andrada, visando a melhoria da qualidade da educação de base no Estado e consciente da necessidade de capacitação do profissional pedagógico, criou a Rede de Ensino Normal Superior com as Faculdades de Educação e Estudos Sociais em mais de 130 cidades espalhadas por Minas Gerais, o que promoveu uma grande revolução educacional no interior mineiro. Tal iniciativa atendeu às necessidades de cada região e à exigência instituída na Lei de Diretrizes e Bases da Educação, que determina que, a partir de 2006, a formação superior seja imprescindível para atuação dos professores em sala de aula.
Hoje, portanto, a UNIPAC está presente em mais de 170 cidades de Minas Gerais, subdivida em campi e Rede de Faculdades Isoladas de Educação e Estudos Sociais, com cerca de 51 mil universitários, oferecendo mais de 200 cursos de graduação, e contando ainda com o Ensino Fundamental, Médio, pós graduação lato sensu , nas diversas áreas do conhecimento e stricto sensu, em Administração, Comunicação e Tecnologia, Direito e Educação e Sociedade. |
O Reitor
Bonifácio Andrada é professor universitário na área de Direito Constitucional e da Ciência Política. É também um homem público com vários mandatos parlamentares e com atuação destacada na Assembléia Constituinte de 1988 e no Congresso Constituinte Estadual de Minas em 1967 e em 1970. Exerceu, neste Estado, as Secretarias de Educação, de Administração e do Interior e Justiça.
Bonifácio Andrada é professor aposentado da UNB de Brasília, professor licenciado da Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais - PUC-MG - e da Universidade Presidente Antônio Carlos – UNIPAC, da qual também é Reitor licenciado. Foi fundador de várias entidades educacionais em Minas Gerais, inclusive da Campanha Nacional de Escolas da Comunidade - CNEC.
É membro da Academia Mineira de Letras e do Instituto de História e Geografia de Minas Gerais. Tem participado de simpósios em vários países da Europa, Ásia, África e América, e realizado conferências especialmente na Alemanha e na França, entre outros, sobre temas jurídicos e políticos. Ocupa, ainda, a cadeira 34 da Academia Brasileira de Ciências Morais e Políticas.
Em sua atuação parlamentar, destaca-se como jurista e técnico em questões constitucionais e políticas, tendo exercido Liderança do Governo e Presidência da Assembléia Legislativa de Minas Gerais. Na Assembléia Nacional Constituinte, foi um dos líderes do chamado “Centrão” e membro da Comissão de Sistematização e Redação da Constituição de 1988. Foi presidente da Comissão de Constituição e Justiça e de outras comissões, tendo exercido também a Procuradoria Parlamentar da Câmara dos Deputados.
Atualmente, preside os trabalhos do Grupo de Consolidação da Legislação Brasileira, foi um dos relatores do Projeto do Novo Código Civil e da Emenda que institui o Parlamentarismo. É representante do Brasil no Parlamento Latino-Americano, onde exerceu função na Comissão Jurídica Internacional e, agora, é Presidente da Comissão de Educação, Cultura, Ciência, Tecnologia e Comunicação do Parlatino. Também é Diretor Executivo de Estudos e Pesquisas do Instituto Teotônio Vilela, vinculado ao PSDB.
Bonifácio de Andrada, vice-presidente nacional do PSDB, exerce o sétimo mandato na Câmara dos Deputados, após quatro mandatos como Deputado Estadual na Assembléia Legislativa de Minas Gerais e um mandato como vereador em sua terra natal, a cidade de Barbacena. No momento, a atuação de Bonifácio de Andrada se destaca na luta para resolver o problema do professorado mineiro, ao criar faculdades de educação com o Curso Normal Superior em várias cidades do interior de Minas Gerais, garantindo a esses profissionais da educação o exercício de suas atividades, após 2006. Também na Câmara dos Deputados, é um dos que se destacam nos embates pela Reforma Política.
Nascido em Barbacena, Minas Gerais, é casado com Amália Borges de Andrada, de cujo matrimônio tem oito filhos. Representa a quinta geração de parlamentares brasileiros da família Andrada, que de pai para filho participam da vida parlamentar no País desde 1821, com a interrupção de apenas oito anos, no século passado.
Outras Informações
O Deputado Bonifácio de Andrada é descendente direto do Patriarca José Bonifácio de Andrada e Silva e representa a 5ª Geração de Parlametares Brasileiros que de pai para filho servem o Parlamento Brasileiro desde 1823, com a interrupção apenas de 6 anos no século passado tendo o seu pai e seu avô, ambos também com o nome José Bonifácio, exercido liderança na Câmara na década 1920 e 1970, assim como outros ancestrais.
Viagens
A vários países da Europa, Ásia e África, Estados Unidos, participando de Simpósios e realizando conferências especialmente na Alemanha e na França, entre outros.
Condecorações
Medalha Barão do Rio Branco (Itamaraty), Medalha do Mérito do Tribunal Superior do Trabalho, Medalha do Mérito Militar da Marinha, Medalha do Mérito Militar do Exército, Medalha do Mérito Militar da Aeronáutica, Medalha da Inconfidência de Minas Gerais, Grande Medalha do Governo do Chile e de várias outras entidades brasileiras, Cidadão Honorário de vários municípios mineiros. |
Universidade multi campi
Uma das maiores Universidades do país, a UNIPAC é um complexo universitário que abrange mais de 170 cidades mineiras. Atualmente, oferece mais de 40 áreas de graduação e tem mais de 30 mil de universitários estudando em suas instalações. |
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Presidente Antônio Carlos: sua história
Antônio Carlos Ribeiro de Andrada, advogado, professor e político, nasceu em Barbacena, em 1870, e faleceu no Rio de Janeiro, em 1946.
Realizou os estudos preparatórios no Colégio Abílio, em Barbacena e o curso superior na Faculdade de Direito de São Paulo. Ainda estudante, nesta cidade, filiou-se ao Clube Republicano Mineiro, colaborando com o jornal propagandista Vinte e Um de Abril.
Formado, Antônio Carlos foi Promotor Público da comarca de Ubá e, posteriormente, Juiz Municipal. Mudando-se para Juiz de Fora, atuou como professor de História, Política e Direito Comercial. Foi proprietário, diretor e redator do Jornal do Comércio e um dos fundadores, posteriormente, do Jornal Mercantil.
Foi Vereador e Presidente da Câmara, em 1894, e, em 1902, Secretário das Finanças do Governo Francisco Sales, substituindo o Coronel Francisco Bressane de Azeredo na Prefeitura de Belo Horizonte.
Foi eleito Senador Estadual, no período de 1907 a 1910 e, no ano seguinte, elegeu-se Deputado Federal. Uma vez reeleito, foi líder da maioria da Câmara Federal, assumindo a Presidência, em 1919. Foi também relator do orçamento da União. Em 1917, deixou o mandato para assumir o Ministério da Fazenda, no Governo Venceslau Brás.
Elegeu-se Senador Federal em 1925, e, no ano seguinte, representou o Brasil no Congresso Internacional de Finanças, em Londres, e no Congresso Parlamentar, em Genebra.
Eleito Presidente de Minas pelo Partido Republicano, Antônio Carlos tomou posse em 7 de setembro de 1926. Suas principais realizações foram a fundação da Universidade de Minas Gerais, a construção da rede de prédios escolares, a reorganização da rede ferroviária do Sul de Minas Gerais, a criação do Instituto Mineiro de Defesa do Café, a modernização das Estâncias Minerais, principalmente Poços de Caldas e a instituição do voto secreto. Como Presidente do Estado, foi o organizador da Aliança Liberal, entidade partidária que lançou o nome de Getúlio Vargas e João Pessoa a Presidente da República e a Vice, em 1930. Com a derrota fraudulenta destas, pelo então Presidente Washington Luís, Antônio Carlos articulou a Revolução de 1930, levando Vargas ao poder.
Com a recusa do Partido Republicano Mineiro - PRM em aderir ao governo vitorioso de Vargas, Antônio Carlos criou o Partido Progressista, organizado para apoiar o Governo Federal, sendo eleito seu primeiro Presidente. Na época da viagem de Getúlio Vargas à Argentina e ao Uruguai, o então Presidente da Câmara, Antônio Carlos, assumiu a Presidência da República de 16 de maio a 7 de junho de 1935.
Após o golpe de 1937, Antônio Carlos saiu da vida pública nacional, sendo, ainda, já nas vésperas de sua morte, procurado pelo presidente eleito, General Dutra, para consultas sobre assuntos políticos e financeiros. Antônio Carlos foi membro do IHGB - Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro - tendo publicado várias obras sobre economia. |
Princípios e Valores
Entidade da iniciativa Particular, a UNIPAC está voltada para a educação e a cultura. Em primeiro plano para a cultura brasileira. O lema Scientia, libertas et fides identifica-se com os passos cristãos, com o amor, com a proclamação da liberdade e com a irresistível inclinação básica para a riqueza da ciência humana.
Sabemos e aceitamos o processo educativo como um desenvolvimento global, envolvendo o lar, o trabalho, o lazer, a escola, o valor da região e os meios de comunicação. Nessa concepção, a Universidade é o centro de irradiação de conhecimento, coordenando o ensino, a pesquisa e a extensão, em busca da educação do homem. Nossas metas são bem definidas. Preparamos o homem para sua própria existência e o cidadão para a sua dignidade social. Condicionamos o aluno-gente-cidadão para seu meio regional, para sua nacionalidade e para um mundo humano.
Somos flexíveis. O progresso científico chega aos nossos bancos escolares. As mudanças sociais e tecnológicas são entendidas, procuradas e absorvidas. Somos a favor do novo, do moderno, com peso e sabedoria. O esforço de docentes, alunos e funcionários nos imprime uma concepção clara de interdisciplinaridade. Queremos o todo, o horizonte.
A UNIPAC é a instituição com o objetivo de criar, instalar e manter, sem fins lucrativos, estabelecimentos de ensino, cursos superiores, a pesquisa e a formação profissional.
A comunidade estudantil é a nossa primeira preocupação. Prestamos aos estudantes serviços educativos e assistenciais de elevado interesse público, com eficiência e elevado calor humano.
Criamos obras sociais e filantrópicas ligadas ao ensino, sem perder os objetivos acadêmicos. Ajustamos mensalidades escolares às possibilidades dos estudantes e concedemos gratuidade aos alunos pobres.
Procuramos oferecer melhor e maior atendimento aos segmentos da sociedade que tenham dificuldades em superar obstáculos econômicos, burocráticos, jurídicos e escolares. |
A UNIPAC em números
Conheça mais sobre a Universidade através do números
Essa seção tem como objetivo principal oferecer uma nova visão sobre a UNIPAC, uma visão baseada em números e dados estatísticos. Estes dados traduzem boa parte da história e da evolução da Universidade ao longo de seus 40 anos.
Abaixo alguns desses dados:
Mais de 5 mil pessoas beneficiadas com projetos sociais;
Mais de 2 mil e 500 professores;
174 cidades com a presença da UNIPAC.
...e apenas um sonho
Em 1963, o sonho do professor Bonifácio Andrada passa a existir;
Em 1966, começa a se tornar realidade;
Em 1997, as faculdades da Fupac transformam-se em UNIPAC;
O sonho que nasceu pequeno, tornou-se grande e cresce a cada dia.
UNIPAC 2006
Mais de 45 mil alunos matriculados;
Mais de 25 mil profissionais formados;
Mais de 1 mil e 200 profissionais pós-graduados;
Mais de 1 mil e 800 funcionários;
Mais de 200 cursos de graduação e pós-graduação.
Pós-graduação
1071 diplomas registrados;
210 diplomas a registrar.
Graduação
16.346 diplomas registrados;
1.319 diplomas a registrar.
Normal superior
Aproximadamente 4000 diplomas registrados;
Aproximadamente 4000 diplomas a registrar.
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